Nas despesas contratadas, o gasto nem chega à
metade do valor reservado, em saúde, educação, muito menos em
distribuição de água e coleta de esgoto.
A constatação foi feita pelo Tribunal de Contas da União, que fiscaliza os gastos públicos do governo federal.
Na educação foram gastos apenas 45 por cento do que estava previsto
no orçamento, portanto nem chegou à metade. Em saúde foram usados 27 por
cento do dinheiro que estava reservado, mesmo com a situação dramática
do atendimento médico e hospitalar.
No saneamento, que abrange os serviços de tratamento, distribuição
de água e coleta de esgoto foram gastos inexpressivos 9 por cento do que
previa o orçamento.
Ao apresentar esses números, em um seminário realizado em Brasília, o
presidente do TCU criticou a má gestão pública. Disse que temos os
recursos, mas faltam bons administradores para realizar o serviço que a
sociedade deseja.
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