O
Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp) decidiu em
assembleia na avenida Paulista, com cerca de 20 mil professores, na última
sexta-feira, dia 26, dar continuidade à greve na rede de ensino estadual, sem
prazo determinado para terminar.
Em Catanduva, segundo o secretário geral e coordenador
regional, Leandro Alves Oliveira, 100% dos professores das escolas Barão do Rio
Branco, Paulo de Lima Corrêa e Dinorah Silveira Borges aderiram à paralisação;
nas demais, a paralisação continua de forma parcial.
“No Estado, a média de profissionais paralisados chega a ser de mais de 70%, em Catanduva procuramos manter a média de 30 a 40%. Pode ocorrer que a Diretoria de Ensino local, por pressão por parte da Secretaria do Estado, exija que alguns professores retornem às escolas, mas até onde sabemos, as escolas Barão, Paulo de Lima e Dinorah estão completamente sem aulas”, disse.
Segundo a Apeoesp, o secretário da Educação, Herman Voorwald, não atendeu nenhuma das reivindicações da categoria e teria proposto que o sindicato agendasse uma conversa para daqui a dois ou três meses. Para tanto, a Apeoesp solicitou uma negociação diretamente com o governador do Estado.
Nesta segunda, dia 29, os professores retornaram às escolas para conversar com os estudantes e nesta terça-feira devem intensificar os comandos de greve nas regiões, visitando escolas, paralisando-as e realizando manifestações em locais de grande concentração popular, com o apoio dos ônibus que participam da Caravana em Defesa da Escola Pública.
Ainda no dia 1º de maio, a categoria participará dos atos do Dia do Trabalhador, levando as bandeiras da entidade e divulgando as razões da greve. Na quinta¬-feira, dia 2, serão realizadas assembleias regionais e, na sexta-feira, dia 3, os professores farão uma grande assembleia estadual no Masp.
“No dia 6 realizaremos vigília no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), por ocasião do julgamento do mérito da sentença da jornada do piso e, em data a ser definida, vigília também na Praça da República, onde se localiza a Secretaria Estadual da Educação”, detalha.
As subsedes da Apeoesp devem também intensificar os contatos com as Câmaras Municipais, para solicitar apoio dos vereadores e pretendem ao mesmo tempo, ampliar seus contatos com os pais, solicitando que apoiem o movimento não enviando seus filhos à escola durante a greve, garantindo assim a reposição de aulas a todos.
SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO
Desde o começo da greve a Secretaria de Educação envia a mesma nota, em que frisa que é “é lamentável que a Apeoesp se paute por uma agenda político-partidária sem perspectiva de responsabilidade fiscal e orçamentária e completamente desvinculada do compromisso com o aprendizado dos alunos, demonstrado, inclusive, por meio de propaganda que incita pais a não deixarem os filhos irem à escola. É deplorável que os dirigentes sindicais, além de hoje terem erguido bandeiras de partidos políticos, busquem ampliar a baixa adesão de professores ao seu movimento tentando provocar a ausência de estudantes. A grande maioria dos profissionais da rede estadual de ensino, no entanto, já demonstrou seu empenho por um ensino de qualidade e sua confiança no trabalho da Secretaria da Educação ao comparecer às escolas para garantir o andamento das aulas. Desde o dia 19, mais de 90% dos docentes trabalharam regularmente”.
As informações atualizadas são de que “sexta-feira (26), os dados parciais dos períodos da manhã e da tarde apontam que o registro de faltas teve oscilação de 4,5% do total de docentes em relação à média diária de ausências de aproximadamente 5%.”
“No Estado, a média de profissionais paralisados chega a ser de mais de 70%, em Catanduva procuramos manter a média de 30 a 40%. Pode ocorrer que a Diretoria de Ensino local, por pressão por parte da Secretaria do Estado, exija que alguns professores retornem às escolas, mas até onde sabemos, as escolas Barão, Paulo de Lima e Dinorah estão completamente sem aulas”, disse.
Segundo a Apeoesp, o secretário da Educação, Herman Voorwald, não atendeu nenhuma das reivindicações da categoria e teria proposto que o sindicato agendasse uma conversa para daqui a dois ou três meses. Para tanto, a Apeoesp solicitou uma negociação diretamente com o governador do Estado.
Nesta segunda, dia 29, os professores retornaram às escolas para conversar com os estudantes e nesta terça-feira devem intensificar os comandos de greve nas regiões, visitando escolas, paralisando-as e realizando manifestações em locais de grande concentração popular, com o apoio dos ônibus que participam da Caravana em Defesa da Escola Pública.
Ainda no dia 1º de maio, a categoria participará dos atos do Dia do Trabalhador, levando as bandeiras da entidade e divulgando as razões da greve. Na quinta¬-feira, dia 2, serão realizadas assembleias regionais e, na sexta-feira, dia 3, os professores farão uma grande assembleia estadual no Masp.
“No dia 6 realizaremos vigília no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), por ocasião do julgamento do mérito da sentença da jornada do piso e, em data a ser definida, vigília também na Praça da República, onde se localiza a Secretaria Estadual da Educação”, detalha.
As subsedes da Apeoesp devem também intensificar os contatos com as Câmaras Municipais, para solicitar apoio dos vereadores e pretendem ao mesmo tempo, ampliar seus contatos com os pais, solicitando que apoiem o movimento não enviando seus filhos à escola durante a greve, garantindo assim a reposição de aulas a todos.
SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO
Desde o começo da greve a Secretaria de Educação envia a mesma nota, em que frisa que é “é lamentável que a Apeoesp se paute por uma agenda político-partidária sem perspectiva de responsabilidade fiscal e orçamentária e completamente desvinculada do compromisso com o aprendizado dos alunos, demonstrado, inclusive, por meio de propaganda que incita pais a não deixarem os filhos irem à escola. É deplorável que os dirigentes sindicais, além de hoje terem erguido bandeiras de partidos políticos, busquem ampliar a baixa adesão de professores ao seu movimento tentando provocar a ausência de estudantes. A grande maioria dos profissionais da rede estadual de ensino, no entanto, já demonstrou seu empenho por um ensino de qualidade e sua confiança no trabalho da Secretaria da Educação ao comparecer às escolas para garantir o andamento das aulas. Desde o dia 19, mais de 90% dos docentes trabalharam regularmente”.
As informações atualizadas são de que “sexta-feira (26), os dados parciais dos períodos da manhã e da tarde apontam que o registro de faltas teve oscilação de 4,5% do total de docentes em relação à média diária de ausências de aproximadamente 5%.”

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