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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Defesa civil não descarta temporais e chuvas de granizo nos próximos dias.




A defesa civil do Estado de São Paulo não está descartando a possibilidade de ocorrerem fortes temporais e até chuvas de granizo, as chamadas chuvas de pedras (de gelo), nos próximos dias no interior paulista, inclusive na região de Olímpia. Pelo menos é isso que se pode entender de uma comunicado que chegou à redação do jornal na quarta-feira desta semana, dia l9, encaminhado pela tenente Betânia, da diretoria de comunicação Social, e pelo subtenente Rossi, assessor da diretoria.
De acordo com o comunicado, a defesa civil encaminhou boletim meteorológico especial para todo o Estado de São Paulo, ou seja, para as coordenadorias regionais e municipais de defesa civil, com a previsão meteorológica especial para todo o Estado de São Paulo.
O órgão considerou principalmente que “tendo em vista que a partir de 19 de setembro uma nova frente fria avança pelo Estado causando chuvas e diminuindo as temperaturas nos próximos dias”.
Também foi levado em conta que “com o final do inverno, o bloqueio atmosférico perde força, possibilitando que sistemas meteorológicos atinjam o Estado. Nesta quinzena, além da passagem dessa frente fria, teremos instabilidades entrando no Estado que causam pancadas de chuva principalmente no interior”.
Essas chuvas, segundo o comunicado, podem conter pontos fortes, vir acompanhadas de rajadas de vento, descargas elétricas e eventual queda de granizo, elevando o potencial de ocorrer transtornos, como formação de alagamentos intransitáveis, destelhamentos de casas e quedas de árvores.
“A primeira pancada de chuva (acumulado de 5 dias de chuvas) mostra o efeito da frente fria no Estado, ela gera acumulados maiores no interior. A característica da frente fria é a pancada de chuva de curta duração, seguida de chuva de longa duração”, reforça um trecho do comunicado.
E acrescenta: “Como tivemos um período de estiagem, as chances de ocorrer transbordamento de córregos largos é baixa, mas ainda podem ocorrer destelhamentos de casas, quedas de árvores e formação de alagamentos intransitáveis”.
Segundo o órgão, na última análise do acumulado é possível ver as áreas de instabilidade causando pancadas de chuva. No interior, principalmente, elas vêm acompanhadas de rajadas de vento, descargas elétricas e eventual queda de granizo, elevando o risco de ocorrer transtornos.

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